De vento em popa PDF Imprimir E-mail
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10 de junho de 2010

Image por Gladir Cabral


Ainda me lembro como se fosse hoje da emoção de levar para casa o disco dos Vencedores por Cristo: De Vento em Popa. Lembro-me do verde da capa, o barco à vela, o cheiro do acetato, as fotos, o encarte, o ruído da agulha sobre o disco, o inusitado das letras, os ritmos sabor à brasileira, os arranjos tão próximos do estava acostumado a ouvir na música popular. Tudo vívido em minha mente.

Em meus ouvidos, os sons da canção “Sinceramente”, “Canto” e “A roseira” se misturavam à “Refavela”, de Gilberto Gil, ao “Sonho”, de Peninha, “Somos todos iguais esta noite”, de Ivan Lins e Victor Martins, “Meu caro amigo”, de Chico Buarque e tantas outras. E já se passaram 33 anos.

Mas afinal, o que faz esse disco ser celebrado por tanta gente, tão comentado? Certamente não foi o sucesso imediato ou as vendagens, que por sinal foram baixas em relação aos discos anteriores. A grande importância desse trabalho reside na proposta diferente que trazia, na linguagem inovadora e na influência que teve em tantos artistas cristãos que estavam sendo formados naquela época e mesmo em épocas posteriores.[1]

Pela primeira vez os Vencedores por Cristo lançavam um disco com canções totalmente autorais. Jovens evangélicos brasileiros colocavam no papel seus sentimentos e ideias a respeito do Reino de Deus. Queriam mais que repetir fórmulas e fazer versões em português de cânticos feitos nos Estados Unidos. Aristeu Pires Jr., Artur Mendes, Ederly Chagas, Sérgio Pimenta, Carlos Ferreira, Guilherme Kerr Neto e Nelson Bomilcar eram os autores das novas canções.

O que essas canções traziam de especial? Primeiro, elas tentavam dialogar com a cultura brasileira. Ritmos da música popular brasileira, como o samba e a bossa nova, partilhavam espaço com ritmos pop, além de uma harmonia mais sofisticada. É o que fica evidente em canções como “De vento em popa” (Aristeu Pires), “Salmo 139” (Aristeu Pires), “Vou chegar” (Sérgio Pimenta e Artur Mendes) e “Preço de sangue” (Sérgio Pimenta). Outras, como “Sinceramente” (Artur Mendes e Ederly Chagas), “Vai caminhando” (Guilherme Kerr e Nelson Bomilcar, traziam ritmos do pop.

Segundo, essas canções traziam uma linguagem nova, do cotidiano, com expressões como “de vento em popa”, “voz tão rouca já desafina”, “canções do cais”, “outro pileque”, “pobre rapaz”, “mundo torpe”, “vida morta” [belíssimo paradoxo], “sul sem norte”, grande contribuição do Aristeu. E essa linguagem nova não era um exercício formal interessado apenas em experimentações estéticas. A linguagem da bossa nova, do samba, da poesia e do cotidiano nasciam do desejo de comunicar o evangelho à sociedade brasileira. O desejo fundamental era o da comunicação com as pessoas.

Isso se completa ao forte caráter evangelístico da maioria canções, que falam da importância de se pensar sobre a vida, buscar um “mundo melhor”, a imagem bíblica de “Jesus batendo à porta”, abrir o coração. É nessa direção que Sérgio Pimenta faz a pergunta: “Por onde é que vais?” e dá o recado: “Ter Cristo é bem mais”. Aristeu canta o Salmo 139 e expressa o desejo salmístico de ser guiado por Deus até o fim, um Deus “[q]ue não me larga a mão / E leva-me com todo amor / Na direção”. E nessa mesma temática, Guilherme Kerr e Nelson Bomilcar anunciam que se o caminhante ouvir a voz de Jesus “[e] o seu caminho lhe entregar... Não mais sozinho vai andar”.

O desejo expresso nas canções era o da comunicação com a cultura e a sociedade brasileira da década de 1970, o desejo de um diálogo pleno. Três décadas depois, e com os movimentos de louvor e adoração surgindo e se tornando preponderantes na cultura evangélica nacional e internacional, esse pendor evangelístico das canções, que já vinha de uma tradição muito forte dos hinos antigos, acaba se diluindo. Em seu lugar surgiu um movimento que produziu toda uma cultura centrada na adoração e que trouxe grande contribuição à história da música cristã contemporânea, mas correu sérios riscos de esquecer a história e a sociedade pela busca de um louvor celestial, transcendente, alienado das necessidades reais das pessoas. Neste aspecto, o De Vento em Popa continua sendo um trabalho relevante e diferenciado ao chamar a Igreja para o diálogo com o mundo.

Por força desse caráter evangelístico também, a maioria das canções faz uso das metáforas do caminho e da conversão. Embora a metáfora da navegação e do mar estejam presentes em canções como  “Vou chegar” e “De vento em popa”, que dá título ao disco, a imagem do caminho, da mudança de direção, do rumo, da trilha é a mais recorrente. Na “Canção para Pedro”, por exemplo, o apóstolo é desafiado: “Caminha junto ao Senhor, não perguntes / Aonde Ele vai / Confia teu caminho / Às mãos do Pai”. Desde os primórdios da nossa fé, o cristianismo foi se construindo com a religião do Caminho e o viver a vida cristã como caminhar.[2]

Há uma canção que se destaca pela modo como apresenta o diálogo com o povo brasileiro: “Sinceramente”. Nela, o tema é evangelístico, mas a perspectiva é deslocada para aquele que ainda está de fora do evangelho. Isso me parece inédito na música cristã contemporânea. A persona do poema, isto é, a voz que ali aparece ainda está à procura de um caminho. Ela sente que precisa de “outro caminho, outra vida”, reconhece que se fala de Deus “por aí” e, então, ele faz sua opção: “Vou correndo pra Deus / Certamente o caminho melhor”. De novo, a metáfora do caminho e da decisão, mas desta vez a partir do ponto de vista de quem é evangelizado, ou seja, do brasileiro.

Também por força desse diálogo com a cultura brasileira, algo que chama a atenção no disco é a presença de sotaques: o sotaque nordestino, o paulista, o “erre” carioca. E aqui há que se fazer menção novamente ao Aristeu. Foi ele que nos presentou com a sonoridade nordestina na palavra “córação”, “senhor”, “existe” no “Salmo 139”. Há também o erre gutural, carioca que se ouve no verso: “Como a roseira em flor / Espera o sol chega”. Há também o  sotaque nordestino no verso que diz: “por suas feridas / pérdão te deu”. E ainda: “câminha junto ao Senhor / Não pérguntes aonde Ele vai”. Mais que modismo, está implícito nessa opção pelo sotaque regional o compromisso com a diversidade da cultura brasileira e um desejo de entrar em contato com esse povo.

Outro recurso interessante no disco é o diálogo entre duas pessoas, que ocorre na “Canção para Pedro”, que apresenta uma cena ficcional de alguém encontrando Pedro no caminho, logo após a crucificação, e exortando-o a soltar de novo as redes, abandonar o barco e voltar para Jesus. Há aqui liberdade para imaginar uma cena extrair dela sua força dramática com objetivo claro de edificação do ouvinte. A canção “Mais perto” também sugere o diálogo entre o cristão e o ainda não convertido. A mesma força dialogal se faz presente em canções em que o eu lírico se dirige a Deus, portanto em oração. É o caso da canção “A roseira”, que de forma poética belíssima traz o indivíduo dialogando com o seu Senhor. É uma canção de esperança, entrega e louvor, um louvor que inclui “Todo espinho, toda rosa / Todo riso e toda dor / Toda lágrima teimosa / Que sem prosa já rolou”.

Certamente, o disco guarda suas lacunas. Uma delas é a total omissão de problemas sociais e políticos da sociedade brasileira de então. Apesar do desejo de aproximação com a cultura nacional, ainda não há no disco sinais de um movimento politizado, mesmo porque naquele momento a censura ainda estava presente nas artes e nos veículos de comunicação social. O governo brasileiro da época estava ainda em franca perseguição aos dissidentes políticos. Entre eles havia muitos cristãos, como Paulo Wright, deputado estadual desaparecido e morto em 1973. Exilados, desaparecidos, guerrilhas, tensões sociais e políticas, e o disco passa ao largo disso tudo.

Naquele mesmo período, outros cristãos escreviam, cantavam e divulgavam canções bem mais diretas e ousadas no que concerne às questões sociais, embora seguindo uma trilha diferente da missão Vencedores por Cristo. É o caso de João Dias de Araújo e João Wilson Faustini, na canção “Que estou fazendo?”, feita em 1974 e que fala abertamente de fome, analfabetismo, desigualdade social, opressão e libertação. É também o caso da canção “Lavapés”, de J.C. Maraschin, escrita em 1971.[3] Ainda assim, com todas as limitações ideológicas e circunstanciais do momento, De Vento em Popa trazia grande arejamento ao pensamento evangelical da época, pois desafiava certo tradicionalismo das formas e o isolamento cultural da Igreja protestante naquele momento.[4]

Considerando o caráter inovador de sua estética musical, sua abordagem poética, o uso da linguagem do cotidiano, o desejo explícito de dialogar com a cultura brasileira e traduzir  o evangelho na linguagem do dia a dia, o caráter reflexivo, propositivo, bíblico de sua mensagem, o disco De Vento em Popa, de Vencedores por Cristo, tornou-se um marco na história da música contemporânea feita por cristãos. Projeto muito anterior ao fenômeno da gospel music que hoje nos cerca, o disco abriu um caminho expressivo muito interessante para os jovens artistas brasileiros. É claro que ainda há muito que fazer, há milhas e milhas a navegar, mas vontade de velejar é o que não falta. E o Vento ainda sopra, de popa!

 

Casado com Ruth (1985) e pai de Johana e Julia, Gladir Cabral é formado em Teologia e Letras, com doutorado em Letras pela UFSC (2000). Atualmente, exerce o pastorado na Igreja Presbiteriana do Brasil e atua como professor universitário em Criciúma (SC). Músico e compositor, gravou recentemente o DVD Casa Grande.


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[1]  Jorge Camargo. De Vento em Popa: fé cristã e música brasileira, p. 62. Esse livro de Jorge Camargo nasceu de uma belíssima dissertação de Mestrado em Ciências da Religião pela Universidade Mackenzie em 2005.

[2]  João 14.6; 12.35; Atos 9.2; 19.23; 22.4; Romanos 6.4.

[3]  Ueslei Fatareli tem um belíssimo trabalho (dissertação de Mestrado em Ciência das Religiões pela Universidade Mackenzie em 2006) sobre a produção musical desse período: Cantai ao Senhor um cântico novo: influência da Teologia da Libertação no canto protestante brasileiro na década de 1980. Há também um interessante artigo publicado no periódico Cadernos CERU, da USP e disponível on-line: http://www.revistasusp.sibi.usp.br/scielo.php?pid=S1413-45192008000200008&script=sci_arttext

[4]  Outro trabalho de altíssima importância é o livro de Carlos Eduardo Calvani, Teologia e MPB, publicado pelas Edições Loyolas e UMESP em 1998.

 

Comentários
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Lidia Rebeca Maia  - "Certamente Vou Chegar..."     |201.36.254.242 |11-06-2010 01:18:40
Um texto maravilhoso só mesmo com a autoria de Gladir Cabral!!
Que bela colocação no contexto brasileiro e no meio cristão!
Amo esse trabalho do VPC!! De Vento em Popa marcou nossas vidas de
maneira especial e abriu as portas para nossos compositores, musicos, cantores.
Cada musica com estilo musical diferente faz-nos lembrar de que
"Como a roseira em flor espera o sol chegar,

Também te espero, meu Senhor, e sei que vais voltar.
Vens pra levar teu povo para um lugar que é novo,
Bem além do que se pode crer, ou imaginar..."

e QUE...
"Vento que me vem de
fora, força para retornar
Contra as águas que me levam ao sabor do seu vagar;
Porto firme e seguro me reserva um lugar;
Cristo, a força que me leva,
CERTAMENTE VOU CHEGAR!!

Deus nos abençoe
sempre!
parabéns VPC!!
Parabéns, Pr Gladir Cabral!!

Lidia Rebeca - Fortaleza/CE
Gladir Cabral  - obrigado pelo comentário   |189.28.182.104 |23-06-2010 19:26:18
Lidia:

Muito obrigado pelo seu comentário inaugural no meu texto inaugural no Cristianismo Criativo. O texto sobre imaginação ainda não saiu, está em gestação. EStá chegando a hora de
enviá-lo.

Abraços,

Gladir
Lidia Rebeca  - "Poeta é Deus..."     |189.77.187.227 |23-06-2010 23:43:42
Gladir,
espero com ansiedade o novo texto!
Imaginação e inspiração divina não lhe faltam!! Amém!!
E somos privilegiados com os textos de Olhares Urbanos
na nossa web radio IPB

www.ipb.org.br/radio

Você deveria transcrevê-los para essa página
e permitir que desfrutemos ainda mais da Palavra
de Deus em nossa vida diária com sua sábia maneira de
falar/escrever.

abração,
Lidia

"Poeta é Deus..." (Gladir Cabral - dvd Casa Grande)
Helio Junior  - Bons tempos     |201.17.82.174 |11-06-2010 22:26:46
Excelente artigo!

"De Vento em Popa" é um dos meus preferidos de VPC, com suas canções inspiradoras e ricas em MPB. Certamente um divisor de águas da música cristã brasileira...

Tive o
privilégio de participar da comemoração dos 30 anos do álbum em 2007, onde grande parte dos componentes da gravação deste trabalho estavam presentes.

Helio Junior
Rio de Janeiro, RJ
Gladir Cabral  - comentario   |189.28.182.104 |23-06-2010 19:28:32
Valeu, Helio.

Falar dos Vencedores e do disco De Vento em Popa é sempre muito bom e necessário.

Um grande e saudoso abraço,

Gladir
Guilherme Sathler Berbert  - As canções favoritas     |189.13.120.195 |12-06-2010 12:30:34
sempre me lembro com entusiasmo das musicas dos vencedores por Cristo, foi uma época que deixou saudades.
hoje não vemos grupos que tem a mesma qualidade, mas proseguimos em continuar na busca pela
onestidades dos musicos evangélicos
Gladir Cabral  - comentário   |189.28.182.104 |23-06-2010 20:46:46
Guilherme:

Obrigado pelo comentário. Creio que os Vencedores por Cristo ainda têm uma grande contribuição a dar para a música cristã contemporânea e creio até que o melhor ainda está por ser feito.
De Vento em Popa traz-nos grande inspiração. Prossigamos.

Abraços,

Gladir
Deillio de Souza  - E o Som Maior?     |189.87.47.143 |14-06-2010 22:10:57
Antes de ler esse texto eu ficava pensando, e o Som Maior. Não sei quantos sabem, mas o Som Maior foi uma banda que surgir antes do vencedores e que trazia um novo carater à música no Brasil.
Esse
texto respondeu minha pergunta, me mostrou que o Vencedores trouxe um novo carater para a música evangélica brasileira.
Belo texto, aliás, à autura desse site que é fantastico.
Parabens e obrigado!!
Gladir Cabral  - comentário   |189.28.182.104 |23-06-2010 20:48:29
Deillio:

Também gosto muito do Som Maior, assim como também do Logos. Quem sabe um dos próximos textos pode ser sobre o trabalho do Som Maior.

Abraços,

Gladir
Diego Áquila  - Disco muito bom   |189.104.76.128 |17-06-2010 09:15:26
Escutei de Ventro em Popa ao lado do meu pai que também o ouviu em sua juventude... é um disco que agrada a todas as gerações por ter belíssimas canções... verdadeiras poesias contextualizadas
musicadas... abraços ao Gladir pelo ótimo texto
Gladir Cabral  - comentário   |189.28.182.104 |23-06-2010 20:53:37
Abraços a você também, Diego.

Muito obrigado pelo comentário generoso.

Abraços,

Gladir
Antero Pereira  - Gladir é o que há!   |200.229.196.187 |22-06-2010 21:41:57
Puxa, que texto maravilhoso! Tá certo que o tema ajuda, mas o Gladir é fera mesmo.
Parabéns pro portal que já era fera agora com o Gladir ficou DEZ. Mais um motivo pras minha paradas diárias por aqui.
Abs =)
Gladir Cabral  - comentário   |189.28.182.104 |23-06-2010 20:54:51
Valeu, Antero.

É sempre muito bom falar do Vencedores e do disco De Vento em Popa. Muito obrigado pelos comentários.

Abraços,

Gladir
Augusto Guedes  - Seja Bem Vindo você, Gladir, e     |187.79.166.68 |23-06-2010 22:31:07
Caro Gladir,
Quem será que está de parabéns pela sua extréia como colunista do portal CC através desse texto? Acredito que principalmente nós leitores. Maravilha de texto! Obrigado pela iniciativa de
escrever sobre o "De Vento em Popa".

Precisamos, de alguma forma, transmitir aos mais novos o que aconteceu naquela época através de trabalhos como esse, e você o fez muito bem.

Também
sofri um grande impacto positivo ao ouví-lo pela primeira vez e continuo sempre querendo ouví-lo mais, mesmo tendo à disposição muitos trabalhos recentes bons como é o caso do seu próprio trabalho
(DVD Casa Grande).

Voltando ao "De Vento em Popa", algo que também me chamou a atenção na época e que consistiu numa grande sacada evangelística, foi o depoimento do então corredor de
fórmula 1, Alex Dias Ribeiro (que corria com a expressão Jesus Saves na lateral do carro), numa orelha da capa do LP, que sempre é esquecido de mencionar nas menções ao disco, talvez porque agora o
tenhamos em CD.

Sou testemunha do efeito desse diálogo com a sociedade "não crente" da época, quando eu e um amigo, com o intuito de evangelizar, apresentamos o disco (na sala da radiola)
para uma amiga da faculdade. Ela simplesmente ouviu e desabou no choro gerando toda uma oportunidade de conversa.

Obrigado por nos chamar a atenção aos sotaques regionais contidos na obra. Essa foi
muito interessante.

Obrigado também, Gladir, pela lembrança da ausência do social no CD, e esclarecendo talvez alguns dos por quês. Valeu pela lembrança da música do Rev. João Dias de Araújo, que
juntamente com a sua família pagou um alto preço pelo seu posicionamento. Acompanhei de perto os seus efeitos. (Essa história ninguém conta e nem ele entra para as páginas da história).

Enfim,
obrigado, e, valeu!
Valeu demais! Ih! Aí a gente vai começar a falar de outro trabalho sensacional. rsrsrsrsrs

Aconselho todos a lerem o livro do Jorge Camargo sobre o trabalho "De Vento em
Popa". É espetacular e irá ajudar muito a entender muito do que o Gladir comenta.

Seja bem vindo, Gladir!

Abraço forte!
Augusto Guedes
Gladir Cabral  - comentário   |189.28.182.104 |27-06-2010 10:23:11
Augusto:

Muito obrigado pela sua contribuição e pelas palavras de incentivo. Eu li a apresentação do Alex Dias Ribeiro na capa do disco. Quase coloquei aquele texto na íntegra. Muito interessante a
proximidade dele com os componentes do grupo dos Vencedores. Foi um momento raro na história da música cristã, cheio de criatividade e vontade de se envolver com o Reino de Deus. Atletas de Cristo
ainda era um sonho, uma semente.

Grande abraço,

Gladir
Sonia Agreste  - Que Surpresa Boa!     |189.111.60.86 |26-06-2010 16:26:14
Bem-vindo, Gladir!

Sua estréia não poderia ter sido melhor. "De Vento em Popa"... Saudades!

É um disco atemporal, um marco de fato!

Parabéns!
Gladir Cabral  - comentário   |189.28.182.104 |27-06-2010 10:23:46
Obrigado, Sonia!

Abraços,

Gladir
Claudia Ferreira   |187.32.97.11 |07-07-2010 14:07:13
Parabéns pelo artigo! De Vento em Popa" é um disco sensacional e seu artigo retratou muito bem a recepção que os jovens deram ao trabalho: muita emoção. É um disco farto de belas letras e cheio da
nosa cultura.
Um abraço
Gladir Cabral  - obrigado   |189.28.182.104 |21-07-2010 23:26:24
Muito obrigado, Claudia!

"De Vento em Popa" precisa ser sempre lembrado e compreendido.

Abraços,

Gladir
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Última Atualização ( 10 de junho de 2010 )
 
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